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Algumas doenças estão entre as mais temidas atualmente, seja pela gravidade como pelo número cada vez maior de casos. O que muita gente não sabe, é determinados problemas crônicos também podem afetar nossos amigos de quatro patas. Confira, a seguir, informações importantes sobre a diabetes canina.

O diagnóstico de diabetes não é o fim do mundo – com o avanço da medicina veterinária, é possível que o bichinho viva bem e muito, mas para isso são necessários cuidados constantes.

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O que é a diabetes canina

Em linhas gerais, a diabetes canina é muito semelhante a doença nos humanos. Ou seja: por diferentes motivos, o organismo do pet para de produzir insulina ou a produz em quantidade insuficiente para as necessidades do cachorro.

Sem insulina, a glicose não entra nas células, deixando o animal sem energia e com excesso de açúcar no sangue. Como resultado, ele se torna propenso a uma série de complicações, como cegueira e insuficiência renal.

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Algumas doenças estão entre as mais temidas atualmente, seja pela gravidade como pelo número cada vez maior de casos. O que muita gente não sabe, é determinados problemas crônicos também podem afetar nossos amigos de quatro patas. Confira, a seguir, informações importantes sobre a diabetes canina. O diagnóstico de diabetes não é o fim do mundo – com o avanço da medicina veterinária, é possível que o bichinho viva bem e muito, mas para isso são necessários cuidados constantes. > > Já viu nosso site? www.matilhafiel.com.br Nosso face? facebook/matilhafiel #matilhafiel #passeadoresdecaes em #boituva > > #dogwalkersp#dogwalkerinterlagos #doglove #doglover#petlove #petlover #passeadordecaes#quemamacuida #educacaocanina#comportamentocanino #adestramento#vet

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Causas

A diabetes nos cães e nos gatos é devida a alterações no pâncreas. Os factores que podem predispor ao aparecimento da doença são o excesso de peso, dieta “pobre”, anomalias hormonais, predisposição genética, stress e certos medicamentos.

Fatores de risco

Vários fatores aumentam o risco de um cão desenvolver diabetes, como raça (Dachshund, Schnauzer Miniatura, Poodle e Beagle, entre outras), idade (a partir dos 7 anos, embora não seja regra), sobrepeso, dieta (excesso de gordura pode contribuir para a pancreatite), infecções por vírus, inflamação no pâncreas ou crônica no intestino delgado, doença de Cushing (excesso de produção do hormônio cortisol) e uso prolongado de drogas como progesterona ou esteróides.

Fique atento aos sinais

O diagnóstico do diabetes se dá por meio de exame de sangue, bioquímico e de urina, mas alguns sintomas apontam que algo está errado:

  • Sede extrema
  • O animal faz muito xixi e com frequência
  • Aparecem formigas no xixi – sinal de que há açúcar ali
  • Perda de peso apesar do apetite
  • Fraqueza, letargia
  • Catarata (embaçamento ou perda da visão)

Por que o cachorro desenvolve o diabetes?

Parece haver vários fatores que contribuem para o desenvolvimento do diabetes em cães. Pode ser um fator genético (o cão nasce com a propensão à doença e a má alimentação ajuda no aparecimento do diabetes) ou imunomediados: isso significa que o sistema imunológico do cão trabalha contra o pâncreas à medida que este tenta produzir insulina.

Diagnóstico e tratamento da diabetes canina

Conversar com o veterinário e relatar as mudanças percebidas ajuda o profissional a chegar ao diagnóstico. No entanto, ele só é confirmado por exames de sangue e urina, para medir glicemia no cachorro.

Infelizmente, não existe cura para a diabetes canina. Uma vez diagnosticada a doença, o bichinho deverá ter acompanhamento ao longo de toda a vida. Entre esses hábitos estão as aplicações de insulina para cães. Contudo, algumas medidas podem garantir longevidade e tranquilidade ao peludo.

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Além disso, a diabetes canina tem alimentação diferenciada. Essa dieta deve ser recomendada pelo veterinário, que pode pode indicar a adoção de rações específicas para cães com a doença.

Outras mudanças podem acontecer no cotidiano do animal de estimação. A adoção de novos hábitos de exercícios físicos e brincadeiras também podem acontecer.

No caso das fêmeas, a castração também é indicada, porque a progesterona interfere na ação da insulina.

Tratamento

O sucesso do tratamento de diabetes requere várias coisas:

Insulina

Os cães e os gatos com diabetes necessitam de um tratamento com insulina (uma ou duas injecções por dia). A maioria dos animais não responde à medicação oral, como a utilizada no tratamento de determinados tipos de diabetes nos humanos. O seu médico veterinário indicar-lhe-á a quantidade de insulina a administrar e a frequência, baseado nos resultados dos exames efectuados ao açúcar no sangue.

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O seu médico veterinário ensinou-lhe como administrar as injecções de insulina. A insulina deve ser guardada no frigorífico e homogeneizada antes de ser usada. É aconselhável administrar a insulina em diferentes áreas do corpo ao longo do tempo.

Se o seu animal não comeu, ou se foi administrada uma grande quantidade de insulina, pode entrar numa crise de hipoglicémia (pouco açúcar no sangue), resultando em letargia, fraqueza, ou convulsões. Se isto acontecer, alimente o seu animal com uma pequena refeição (se conseguir) e contacte o seu médico veterinário. Se estiver com convulsões e não quer ou não consegue comer, ponha mel ou algum xarope doce nas gengivas; o açúcar será rapidamente absorvido e o seu animal poderá melhorar em poucos minutos. Por isto, é aconselhável administrar a insulina após a ingestão dos alimentos; caso o seu cão ou gato não coma, contacte o seu médico veterinário antes de dar a dose de insulina, porque deverá ser diminuída nesse dia e poderão ser necessários outros testes de diagnóstico para saber porque o seu animal não quer comer.

Alimentação

Assim como com o tratamento de insulina, a dieta e a hora da refeição deverão ser respeitadas. Deverá administrar 2, 3, ou 4 pequenas refeições por dia, conforme prescrito pelo seu médico veterinário, baseado no esquema de injeção de insulina, no açúcar no sangue, e nos seus próprios horários. A alimentação livre (sempre à disposição) deve ser evitada, mas poderá ser única solução em gatos que não toleram comer em horas determinadas.

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A dieta deverá ter elevado teor em fibra, pois minimiza os aumentos do açúcar no sangue após as refeições e ajudam no controlo do peso, apesar de alguns animais com outros problemas concorrentes não poderem ser alimentados com este tipo de dietas. O mais importante é manter a mesma dieta e os mesmos horários todos os dias, de maneira a controlar da melhor maneira a doença.

O que comer

No mercado existem inúmeras rações especiais para os mais diversos motivos: obesidade, pelagem, alergias, cães filhotes, adultos, idosos e também para os diabéticos.

Cães diabéticos devem ter uma alimentação rica em fibras e carboidratos complexos, que desempenham uma absorção mais lenta prolongando a sensação de saciedade e mantendo sob controle os níveis de glicose no sangue.

Se você é adepto da alimentação natural (como já falamos um pouco neste post aqui), você deve procurar os alimentos com as mesmas características das descritas a cima além de controlar a quantidade. Mas, como sempre, leve ao médico veterinário antes de introduzir a nova alimentação, para que ele possa direcionar melhor mantendo a alimentação equilibrada com todas as fontes de vitaminas necessárias.

Os legumes continuam liberados, principalmente a cenoura. Frutas também, mas nunca em excesso já que possuem açúcar natural. Dê preferência para carnes magras e alimentos integrais.

Exercício

Não há restrições na atividade do seu animal, apesar de ser importante que o exercício do seu animal de estimação seja moderado e consistente, de modo a manter as necessidades de insulina o mais consistentes possíveis.

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De vez em quando é bom sair e curtir um pouco a vida. Se para você isso é essencial, a fim de manter o equilíbrio diário, imagine para o seu cachorro! Se nós, sobre duas pernas, já temos um nível considerável de energia e necessitamos gastá-la, ele então, sobre quatro patas… se possível iria para a China numa corrida só e ainda te levaria junto! Passear com cachorro é um exercício físico e mental para o animal e contribui para desenvolver várias habilidades motoras e psíquicas necessárias para um bom relacionamento entre ele, você e a sociedade. #cesarmillan #dog #dogs #dogwalker #dogwalkers #dogwalkerbrasil #dogwalking #dogwalkersaopaulo #dogwalkersp #dogwalkerinterlagos #doglove #doglover #petlove #petlover #passeadordecaes #educacaocanina #comportamentocanino #adestramento #adestramentocomportamental #trainyourdog #quemamacuida #amoranimal #vidaquatropatas #quatropatas

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Seguimento

Porque as necessidades de insulina podem variar com o tempo, o animal diabético deve ser vigiado periodicamente pelo médico veterinário para avaliar o açúcar sanguíneo (curva de glucose). Isto permite ver a resposta ao tratamento com insulina e o esquema de alimentação, de modo a assegurar valores de glucose não muito baixos, nem muito elevados. Entre as visitas notifique o médico veterinário de algum episódio de aparente hipoglicemia, alguma alteração na ingestão de água, urina, apetite, atitude ou atividade que persistam por 2 ou 3 dias. Estas alterações podem indicar a necessidade para uma mudança no tratamento ou no desenvolvimento de outra doença.

Confira esse vídeo:

Fontes e Indicações de leitura:

https://www.petz.com.br/blog/cachorros/diabetes-canina-saiba-tudo-sobre-a-doenca/

https://www.hospitaldosanimais.com/patologias/diabetes-mellitus

https://www.bitcao.com.br/blog/diabetes-canina/

https://tudosobrecachorros.com.br/diabetes-em-caes/

https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/fernanda-fragata/noticia/2014/05/meu-cao-tem-diabetes-e-agora.html

https://www.portaldodog.com.br/cachorros/saude/como-cuidar-de-um-cao-diabetico/

https://www.petlove.com.br/dicas/caes-diabeticos-qual-o-cardapio